As diferentes formas de administrar entre São Mateus e Linhares

VINY NASCIMENTO

A primeira vez na história, Linhares ocupa em 2019, um lugar no pódio de arrecadação de ICMS no Espírito Santo. Vindo de um crescente desde 2016, a Cidade polo da região Norte do Estado passou a receber neste ano, a terceira maior fatia do bolo do ICMS, dividido pelo governo estadual entre os 78 municípios capixabas.

Em 2019, Linhares está a receber 6,82% de tudo que o Estado repassa de ICMS para o conjunto de Municípios capixabas. A Cidade governada pelo Prefeito Guerino Zanon (MDB) só fica atrás de duas cidades metropolitanas: Serra, detentora da maior fatia hoje (14,52%), e Vitória (13,37%).

Até o ano passado Linhares ocupava a 4ª colocação, atrás de Vila Velha. Em 2019, a cidade do Norte tomou a posição da cidade comandada por Max Filho (PSDB), cujo a quota – parte ficou em 6,49%.

A principal explicação para essa evolução de Linhares no ranking é o crescimento da produção industrial observado na cidade nos últimos anos, devido a instalação de novas empresas destacadamente nas áreas alimentícia e metal mecânica. Isso porque a quota de cada município no rateio do ICMS é calculada, acima de tudo, em função da respectiva atividade econômica.
O Prefeito Guerino Zanon explica a transformação do perfil da economia linharense nas últimas décadas: “ Historicamente, na partilha do ICMS, sempre ficamos atrás de quatro cidades da Grande Vitória e também de Cachoeiro e Aracruz. Em nosso primeiro mandato tivemos a visão de que precisávamos melhorar nosso parque industrial e, com isso, a prestação de serviços. Até então Linhares era muito dependente da produção agrícola. Em 1988, com outros 27 municípios (todos ao norte do Rio Doce), ingressamos na área da Sudene. Desde então temos percorrido o País mostrando as vantagens de se instalar no Espírito Santo”, disse o Prefeito.
Para o Secretário de Desenvolvimento de Linhares Luiz Fernando Lorenzoni, o desenvolvimento econômico não acontece por acaso. Tem que ser pensado estrategicamente, tem que ser induzido, jamais é um movimento pacífico. Vantagens comparativas não são destino, devem ser construídas. Tudo por ambiente capaz de gerar empregos, rendas e oportunidades.
Com tudo que foi relatado acima, o que se pode perceber é que esse crescimento na arrecadação do imposto, deve – se a geração de empregos, que veio para Linhares com a chegada de indústrias, prova disso é que hoje, a arrecadação do ICMS no município é maior do que a arrecadação dos Royalties: R$ 76 milhões contra R$ 52.

Em São Mateus, nota – se uma enorme diferença em relação a cidade vizinha, não apenas com a chegada de industrias, crescimento na arrecadação de ICMS, geração de emprego e renda, mas também na qualidade, comprometimento e responsabilidade com que cada gestor administra o município. Haja vista que enquanto em Linhares Guerino usa a mídia para apresentar suas ações benéficas que consequentemente estão melhorando a qualidade de vida da população, em São Mateus, Daniel da Açaí prefere aparecer divulgando as inúmeras “festas” e cantando em trios elétricos. Devido à grande quantidade de festas realizadas em são Mateus, diga – se de passagem com recursos públicos, a população lamenta e fala que o dinheiro gasto com as respectivas “festas”, poderiam ser investidos em saúde (incluindo também a farmácia básica que a falta de remédios é constante), educação (incluindo a merenda escolar que é deficitária e não segue o cardápio), na melhoria do calçamento e aplicação de asfalto de qualidade pois a cidade parece um queijo suíço de tanto buraco, dentre outras áreas que está um caos e mesmo assim a prioridade da atual administração é “ fazer festas”.

A população não tem noção, de como uma má administração, estraga e atrasa a cidade, “Um mandato ruim de 4 anos, a cidade levará mais de 10 anos para se recuperar”.
Vale lembrar, que o atual Secretário de Desenvolvimento de Linhares, Luiz Fernando Lorenzoni, foi de São Mateus, na gestão passada do ex prefeito, Amadeu Boroto.
Ao assumir, Daniel disse nos bastidores que não queria no governo dele, ninguém que tivesse sido do governo Amadeu. Aí então a cidade, paga hoje um preço alto, por sua vaidade gratuíta.

Com Informações do Jornal A Tribuna

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *